Short Book Review: Frankenstein – Mary Shelley

Short Book Review: Frankenstein – Mary Shelley

Frankenstein by Mary Shelley, even though it was published in 1818, still concerns very common issues in our society, such as respect for differences, how “knowledge is power”, ethics in technologies and crimes


The story is an old classic and it tells how Victor Frankenstein, a hard-working scientist, gives life to an inanimate body (through unorthodox experiences) believing that such discovery will lead to further scientific advances. However, little did he know that he had created a monster that would get him into trouble


The most fascinating part of the book for me is when Frankenstein (the monster) learns how to communicate by observing a family through the window. He really understands what humans are like (he even read Sorrows of Young Werther by Goethe in order to teach himself how to read) and he is rejected when he tries to contact them, as they were afraid and did not see humanity within the monster itself. The creature believes that it has the right to happiness, as a living creature, and demands that Victor create a female partner like himself

Book Review: Trago Seu Amor em 3 Dias – Mel Geve

Book Review: Trago Seu Amor em 3 Dias – Mel Geve

There isn’t an English version of this book, so I will review it in Portuguese: O meu companheiro desses primeiros dias de isolamento foi o “Trago seu amor em 3 dias” escrito pela minha amiga Mel Geve. O livro me fez relembrar momentos muito especiais de uns 4 anos atrás (acho que quando tinha a mesma idade da personagem principal – chamada Amélia). O formato do livro é muito bem pensado, pois imita o lambe-lambe, uma figura que aparece bastante no decorrer da leitura (tanto o tamanho físico quanto a ilustração).

A história é incrivelmente paulistana (com direito a rolês na Rua Augusta e Cervejarias Gourmet) e conta a história de amor entre Amélia e Theo, um casal que se conheceu em uma balada chamada Sobradinho.

No entanto, Amélia precisou ir embora mais cedo e acabou abandonando Theo no local. Desesperada, Amélia resolve ir atrás da Madame Zumba, que faz uma simpatia para atrair o Theo de volta aos braços da Amélia. Tal simpatia funciona, mas coloca Amélia em diversas situações engraçadas e difíceis.

O que gostei muito no livro é que tenta (com sucesso) explicar como funcionam as religiões de matriz africana (em especial, umbanda) e tirar todos os preconceitos que a sociedade brasileira possui com relação a este tipo de crença. Para tanto, a autora foi até templos e conversou com religiosos para escrever sobre o tema no livro.

Amélia é uma personagem incrível, empoderada e poderia ser qualquer uma de nós (tenho muitas amigas parecidas com ela). E ainda, percebi muitas partes do livro que refletem a própria autora, em especial quando trata de carreiras jurídicas, como com o Theo e Pipa. Gostei muito da leitura e indico para quem busca uma história de amor (bem paulistana) entre dois jovens.