5 Curiosidades sobre “Alice no País das Maravilhas”

5 Curiosidades sobre “Alice no País das Maravilhas”

Como vocês sabem (pelo Instagram @thereadingdog), eu reli o livro “Aventuras de Alice no País das Maravilhas” e o “Através do Espelho e o que Alice Encontrou por Lá”. E acabei me inspirando nesses livros para separar as curiosidades abaixo.

Caso queiram comprar o mesmo livro que li (que conta com as duas histórias e ilustrações muito boas), segue um link de compra que direciona para o site da Amazon: Alice: edição bolso de luxo (Clássicos Zahar): Aventuras de Alice no País das Maravilhas & Através do Espelho e o que Alice encontrou por lá

Também existe essa versão linda da editora DarkSide Books: Alice no País das Maravilhas (Classic Edition)

1. Alice existiu!

Sim, a personagem Alice foi inspirada em uma menina de verdade, conhecida pelo autor Lewis Carroll, chamada Alice Liddell.

2. A Rainha Vitória era fã do livro

Rumores de que a Rainha Vitória, rainha da Inglaterra (no período de 1837 a 1901), amou o livro e pediu para que Lewis Carroll dedicasse a sua próxima obra para ela.

3. O livro foi escrito durante uma viagem de barco

A história foi criada por Lewis Carroll em um passeio de barco com seu amigo Robinson Duckworth e as três filhas do vice-chanceler da Universidade de Oxford. Com o intuito de distrair as meninas, ele acabou criando toda história no mais puro improviso.

4. Há diversos problemas de matemática no decorrer na obra

Como todo bom matemático, Lewis Carroll não deixou de expressar um pouco do seu amor pelos cálculos em seu livro. Há vários truques, como na contagem das casas que Alice percorre no segundo livro, e até as horas que ela estudava por dia, no primeiro livro.

5. O Gato de Cheshire

Ele foi incluído na história pelo autor, junto com o Chapeleiro Maluco, na publicação. Pois ele não existia na versão que Lewis Carroll contou para a Alice no barco. Existe a frase, em inglês, que nos lembra muito o personagem: “sorrir como um gato de Cheshire” (“grinning like a Cheshire cat”).

Muitos acreditam que a possível origem da frase remete-nos a Cheshire, condado na Inglaterra, conhecido pela grande quantidade de quintas leiteiras – daí os gatos sorrirem pela abundância de creme e de leite. Ainda, dizem também que inspiração do gato foi na raça British Shorthair.